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Inflação volta a subir e crescimento do PIB empaca mais uma vez

dlma-inflacao-pib-chargeA atividade econômica brasileira ficou praticamente estável em agosto. Foi o que mostrou o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) do Banco Central, divulgado nesta quarta-feira (16). De acordo com o indicador, a economia do país registrou leve alta de 0,08% em agosto em comparação com julho (quando teve queda de 0,34%). No acumulado do ano, a prévia do PIB registrou alta de 2,76%, na comparação sem ajuste sazonal, a mais utilizada pelo mercado. O índice é elaborado mensalmente pelo BC e é considerado uma prévia do PIB – que é calculado pelo IBGE. O indicador do BC é visto como uma antecipação do resultado do PIB, e serve de base para investidores e empresas adotarem medidas de curto prazo. Outro índice divulgado hoje, desta vez pela Fundação Getúlio Vargas, mostra um avanço da inflação. O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da FGV registrou variação de 0,45% na segunda semana deste mês, alta de 0,07 ponto percentual sobre o resultado anterior. A alta foi influenciada principalmente pelo grupo alimentação, que passou de 0,41% para 0,63%. Segundo o levantamento, cinco das oito classes de despesa que fazem parte do índice subiram. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Banco Central decreta o fim do Banco Rural, envolvido no mensalão

O Banco Central decretou hoje a liquidação extrajudicial do Banco Rural, instituição financeira que teve seu nome envolvido no mensalão.Com a medida, o Banco Rural deixa de funcionar, os funcionários são dispensados, os bens dos donos e gestores ficam indisponíveis.  Segundo o Banco Central, o motivo da liquidação é o “comprometimento da sua situação econômico-financeira” e a “falta de um plano viável” para a recuperação da situação do banco.  Os depósitos de até R$ 250 mil estão garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito. Os principais dirigentes do Banco Rural foram condenados no julgamento do mensalão. O STF entendeu que a instituição simulou empréstimos para abastecer o esquema de compra de votos(Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa)

PIB, Banco Central

pibinho2013Pela nona semana seguida os analistas e economistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central baixaram suas previsões para a expansão do Produto Interno Bruto neste ano de 2013. De acordo com o boletim Focus do BC, a expectativa para crescimento do PIB caiu de 2,34% na semana passada para 2,31% nesta segunda-feira. Para 2014, a projeção foi mantida em 2,80 por cento. O Focus mostrou também que os economistas mantiveram a expectativa para o dólar no final deste ano em 2,20 reais, e elevaram sua projeção para a Selic, prevendo que o Banco Central seguirá com o aperto monetário tanto neste ano como no próximo. Para este ano, a taxa básica de juros é taxada a 9,25%, e para 2014, a 9,5%. A expectativa para a inflação nos próximos 12 meses também foi ligeiramente elevada para 5,68%, ante 5,67% da semana passada. Leia mais aqui. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Índice do Banco Central revela maior queda na prévia do PIB desde 2008

charge dilma12Dois dias depois de decidir aumentar em meio ponto percentual a taxa básica de juros (Selic), o Banco Central divulgou o seu Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que mostra que a economia do Brasil encolheu 1,4% em maio em comparação com abril. De acordo com o histórico do índice, esta é a maior queda registrada desde dezembro de 2008, quando o indicador recuou 4,31%. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central é considerado uma prévia do PIB, e o resultado ficou acima da perspectiva do mercado, que esperava uma queda mensal de 0,9%. O resultado anulou a alta vista em abril, quando houve crescimento de 0,96%, número revisado ante avanço de 0,84% divulgado anteriormente. Na comparação com maio de 2012, o IBC-Br avançou 2,61% e acumula em 12 meses alta de 1,89%, ainda segundo o BC. Veja mais aqui. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

PIB cai ainda mais nas projeções de economistas consultados pelo BC

pib CAINDOEconomistas de instituições financeiras consultados semanalmente pelo Banco Central rebaixaram pela sétima vez consecutiva suas previsões para o crescimento do PIB brasileiro. De acordo com o Boletim Focus do BC, divulgada na manhã desta segunda-feira, a economia do País terá expansão de 2,40%, ante 2,46% projetados na semana passada. Os economistas e especialistas ouvidos pelo BC também elevaram sua perspectiva para os juros básicos (a Selic) neste ano, e ainda veem a inflação e o dólar mais altos em 2013. O Focus mostrou que, diante do cenário de inflação ainda pressionada, os analistas consultados pelo BC elevaram a projeção para a Selic a 9,25% no final do ano, ante 9% anteriormente. Com relação à inflação, os agentes econômicos consultados no Focus veem o IPCA mais alto neste ano, a 5,87%, ante 5,86% na pesquisa anterior. Para 2014, a projeção foi elevada a 5,88 por cento, ante 5,80 por cento. Em relação ao IGP-M, a projeção para 2013 foi elevada de 4,58% para 4,84%, e para 2014, a expectativa passou de 5,23% para 5,26%. Já o prognóstico do mercado para o IGP-DI aumentou de 4,72% para 4,79% em 2013, e cresceu de 5,20% para 5,50% em 2014. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Expectativas do mercado: PIB em queda livre, inflação em alta, mais juros

íbinhoO Boletim semanal Focus do Banco Central, que reúne projeções do mercado, como vem acontecendo há algumas semanas, rebaixou novamente sua projeção para o crescimento do PIB em 2013. A expectativa do mercado dada pelo boletim para o crescimento do PIB caiu agora de 2,53% para 2,49%. %. A projeção para os juros básicos da economia, a Taxa Selic, subiu de 8,75% para 9,00%, em 2013 e 2014. A expectativa do Boletim Focus para a taxa de câmbio em 2013 manteve-se em 2,10 (real/dólar) e a projeção para 2014 manteve-se em 2,15 (real/dólar). A expectativa para a inflação, medida pelo IPCA, subiu de 5,80%, em 2013, para 5,83%. A projeção para 2014 manteve-se em 5,80%. A projeção para a balança comercial em 2013 caiu novamente, de 7,35 bilhões de dólares para 6,55 bilhões de dólares. Para 2014, a expectativa também caiu no boletim dessa semana, passando de 10,00 bilhões de dólares para 9,00 bilhões de dólares. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Mercado já projeta crescimento menor da economia em 2013


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Os economistas e analistas do mercado financeiro consultados semanalmente pelo Banco Central baixaram suas estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2013. De acordo com o boletim Focus do BC, que realiza pesquisa com mais de 100 instituições financeiras, a perspectiva do mercado para a evolução do PIB é de 2,98% no ano, contra 3% projetados na semana passada. Esta foi a primeira vez que os analistas do sistema financeiro reduziram a sua estimativa para a expansão do PIB neste ano para um patamar abaixo de 3%. O IBGE informou, em março, que o PIB de 2012 avançou somente 0,9%, o pior desempenho da economia brasileira desde 2009. Para este ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que vinha prevendo expansão superior a 4%, já vem revisando sua estimativa para um crescimento de 3% a 4% em 2013. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Portal do governo afirma: medidas para estimular economia são ineficazes

Economistas ouvidos neste fim de semana pela Agência Brasil, o portal de notícias oficial do governo federal, duvidam da eficácia das ações tomadas até agora pelo Palácio do Planalto, voltadas para a redução de impostos para determinados setores da economia e o aumento dos gastos públicos. Para Carlos Eduardo Freitas, ex-diretor do Banco Central, o foco das medidas econômicas está errado. Segundo ele, o Brasil não está crescendo pouco por causa da falta de demanda, mas da baixa taxa de investimento. “Estimular o consumo, como o governo está querendo fazer, só pressiona a inflação, enquanto o real problema está do lado da oferta“, diz. Para ele, o baixo crescimento se deve à mudança de política econômica do governo, que provocou temor nos empresários em relação ao futuro do país e restringiu os investimentos. O professor titular da UFRJ, Reinaldo Gonçalves, também acredita que as medidas estão no rumo errado, mas por diferentes motivos. Para ele, é necessário estimular a demanda em tempo de crise, mas as medidas devem beneficiar toda a economia, não apenas determinados setores com poder de barganha escolhidos pelo governo. “O empresário só investe se tiver certeza de que terá demanda para seus produtos. O governo só tem reduzido tributos para determinados segmentos da economia, o que transformou a política econômica em um balcão de negócios.”, disse. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

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