Daily Archives: 26 de setembro de 2013

Voto aberto sim, mas não como manobra para ajudar os mensaleiros

voto-aberto-eu-apoioOs senadores participaram, na tarde desta quinta-feira, no Plenário, da terceira sessão de discussão da PEC 43/2013, que determina o voto aberto em todas as deliberações do Poder Legislativo no Brasil. A proposição precisa passar por cinco sessões de discussão antes de ser votada em primeiro turno. O senador Alvaro Dias, autor da PEC que acaba com o voto secreto nas cassações de mandato, disse que esta proposta continua sob a suspeição, por ter sido colocada em votação apressadamente uma semana após a votação em que foi absolvido o deputado Natan Donadon. “Apesar de apoiar o fim do voto secreto, acredito que esta proposição foi colocada em votação como uma espécie de antídoto para a PEC que acabava com o voto aberto em cassações. Houve, a meu ver, uma deliberada manobra de protelação em benefício de mensaleiros. Especialmente dois partidos manobraram para proteger mensaleiros e só por isso a matéria foi aprovada na Câmara e remetida ao Senado”, explicou o senador. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Luz, câmera e ação na América Latina

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O senador Alvaro Dias(PSDB/PR) foi entrevistado hoje pelo cineasta Dado Galvão para o documentário  “Conexão Cuba-Honduras’, que será lançado no início de 2014. Alvaro Dias falou sobre o asilo, na embaixada brasileira em La Paz,e a vinda para o Brasil do senador boliviano Roger Pinto Molina. Na série de documentários, Dado Galvão quer mostrar as restrições impostas por países latino-americanos em relação à liberdade de expressão no século 21. A primeira parte de “Conexão Cuba-Honduras” mostrou a trajetória de luta e resistência da blogueira cubana Yoani Sánchez (Postado por Cristiane Salles-assessoria de imprensa/Fotos: Luiz Wolff)

“O Brasil estragou tudo?”, questiona The Economist

The EconomistA mais nova edição da revista britânica The Economist traz em sua capa a imagem de uma aeronave desgovernada nos céus. A montagem faz comparação com imagem divulgada pela revista há quatro anos, quando um foguete que apontava para o alto e falava das potencialidades do Brasil. A edição que chega às bancas neste fim de semana tem na capa uma imagem do Cristo Redentor fazendo piruetas no céu do Rio de Janeiro com a pergunta: “Has Brazil blown it?”. A questão pode ser traduzida como “O Brasil estragou tudo?” ou “O Brasil se perdeu?”. Na edição desta semana, a revista publica uma reportagem especial de 14 páginas sobre o Brasil, e afirma que na década de 2000, o Brasil decolou e, mesmo com a crise econômica mundial, cresceu 7,5% em 2010. “No entanto, tem parado recentemente. Desde 2011, o Brasil conseguiu apenas um crescimento anual de 2%. Seus cidadãos estão descontentes – em julho, eles foram às ruas para protestar contra o alto custo de vida, serviços públicos deficientes e a corrupção dos políticos”, diz a revista. A publicação também questiona: “Pode Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, reiniciar os motores?”. The Economist também lança o questionamento sobre o potencial que a realização de eventos, como a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, oferecem para ajudar na recuperação do Brasil. “Será que simplesmente trarão mais dívida”, pergunta a revista. O conteúdo da revista ainda não está disponível na íntegra na internet. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

DIAP divulga publicação com os “Cabeças do Congresso”

diap - Senador Alvaro Dias

TCU alerta para atrasos e estouro no orçamento para Olimpíadas 2016

obras olimpíadasUma auditoria apresentada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) revelou o tamanho do atraso na organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Segundo o estudo do TCU, em três anos (2010-2012), o Ministério do Esporte previu investir R$ 1,6 bilhão nos preparativos das duas competições, mas, desse total, apenas R$ 92 milhões (5%) foram efetivamente gastos. O acórdão do TCU foi divulgado cerca de um mês depois que representantes do Comitê Olímpico Internacional (COI), em visita ao Rio de Janeiro, reclamarem pela primeira vez publicamente de atrasos nas obras. No documento, também são apontados outros problemas: indefinições de prazo para começar obras, ausência de planos sólidos de legados e até a poluição da Baía de Guanabara como fatores que podem interferir no cronograma dos preparativos. Essas situações, de acordo com o relatório, podem levar a erros como os que levaram ao estouro do orçamento dos Jogos Pan-Americanos e outros eventos realizados no país. Leia aqui o relatório “O TCU e as Olimpíadas 2016”. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Plano Nacional de Educação em debate no Senado

pnDesignado relator pelo presidente da Comissão de Educação, Cyro Miranda(na foto com o projeto), já na próxima semana começo a estudar sugestões para o Plano Nacional de Educação-PNE. Se você tem sugestões, estamos prontos para recebê-las. Nosso objetivo é aprimorar a proposta num curto espaço de tempo. Desde já obrigado pela colaboração!

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