Monthly Archives: junho 2013

Os indignados e o padrão Fifa

images (3)“Abraham Lincoln sumariou que engana-se alguns por algum tempo, muitos por muito tempo, jamais todos por todo o tempo. A explosão das manifestações de rua no Brasil, em todos os seus quadrantes, sepulta o equivocado axioma do “nunca antes neste país”, predominante na última década. Órfã de representação política, a sociedade saiu às ruas para dar um recado objetivo: chega de enganação, de partidos políticos de aluguel; de movimentos sociais controlados pelas verbas do poder; de sindicatos apelegados e de costas voltadas para as verdadeiras demandas dos trabalhadores; de serviços públicos de péssima qualidade refletida na saúde, educação, segurança, transportes urbanos; de uma infraestrutura sucateada nos portos, aeroportos, ferrovias hidrovias e setores afins. Em uma só palavra, a reforma do Estado brasileiro é inadiável e inexorável.” Leia a integra do artigo de Hélio Duque. (Assessoria)

Saúde é o maior problema do País, dizem os brasileiros ao Datafolha

saúdeA pesquisa Datafolha concluída na última sexta-feira, e divulgada neste fim de semana pela Folha de S.Paulo, mostra que a preocupação dos brasileiros com os problemas do setor da saúde, que já era alta, disparou no ranking dos principais problemas do País. De acordo com o Datafolha, 48% dos brasileiros elegem a saúde como o principal problema do país. Em dezembro de 2012, quando o Datafolha havia feito essa pergunta pela última vez, o índice da saúde era 8 pontos menor, 40%. No terceiro mês do governo Dilma (março de 2011), era 17 pontos menor, 31%. A exemplo da saúde, as citações da corrupção cresceram acima da margem de erro, que é de dois pontos percentuais. Esse é o maior problema, hoje, para 11% dos brasileiros. Outra mudança notável verificada entre o início do governo Dilma e agora é a queda das citações da segurança ou da violência como maior problema. A segurança pública sempre foi a segunda maior preocupação, chegou a 20%, mas agora caiu para a quarta colocação, com 10%. Na pesquisa atual, a educação passou para o segundo lugar nas preocupações dos brasileiros, com 13% de menções. Queda consistente também pode ser observada no desemprego, que variou de 11% para 4% desde março de 2011. Nesse tipo de pesquisa, o entrevistador não oferece cartão com opções de respostas. As citações são espontâneas. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

No Datafolha, Dilma caiu em todas as regiões, faixas de renda e de escolaridade

Tombo2A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (29) revela que a popularidade da presidente Dilma Rousseff teve forte queda de forma homogênea em todas as regiões e em todos os quadros analíticos de idade, renda e escolaridade. Como se pode verificar no quadro acima, entre as regiões, Dilma teve maior queda no Norte/Centro-Oeste (29%) e menor no Nordeste (24%). Tanto nos recortes de renda como de escolaridade, há uma curva linear na queda da presidente. Quanto maior a escolaridade, mais a presidente é desaprovada, e quanto menor a renda, menos ela caiu, embora mesmo entre as pessoas de mais baixa renda, a presidente ainda assim despencou nos índices de “ótimo” e “bom” (na faixa das pessoas até 2 salários mínimos, a presidente conta com apenas 35% de aprovação). (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Em Veja: grito dos manifestantes acordou os três poderes

Veja33A revista Veja deste fim de semana analisa a reação atabalhoada do governo Dilma aos protestos que tomaram as ruas de todo o País. Segundo a revista, em poucos dias, os protestos conseguiram a façanha inédita de fazer o Congresso aprovar projetos contra a corrupção, os governos reduzirem tarifas e o Judiciário mandar um político para a cadeia. “O grito dos manifestantes acordou os três poderes”, diz Veja. A publicação traz ainda uma série de reportagens especiais que falam dos objetivos ocultos do PT ao propor um plebiscito sobre a reforma política, do pânico dos mensaleiros depois da prisão do deputado federal Natan Donadon, dos dilemas de Dilma diante das manifestações, do risco político que torna mais difícil repor a economia rumo ao crescimento e do “basta” dos brasileiros ao uso do futebol para fins oficiais. A “Veja” também trata dos pretendentes à Presidência da República, da barbárie no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, sobre o Brasil já não ser mais a pátria de chuteiras, e ainda faz um alerta: as ruas não podem substituir as instituições. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Datafolha revela: popularidade de Dilma despencou 27 pontos desde protestos

tombiPesquisa Datafolha divulgada neste sábado pelo jornal Folha de S.Paulo revela que a popularidade da presidente Dilma Rousseff desmoronou. De acordo com a sondagem, a avaliação positiva do governo da petista caiu 27 pontos em três semanas. Hoje, 30% dos brasileiros consideram a gestão Dilma boa ou ótima. Na primeira semana de junho, antes da onda de protestos que irradiou pelo país, a aprovação era de 57%. Em março, seu melhor momento, o índice era mais que o dobro do atual, 65%. Segundo a Folha de S.Paulo, a queda de Dilma é a maior redução de aprovação de um presidente entre uma pesquisa e outra desde o plano econômico do então presidente Fernando Collor, em 1990, quando a poupança dos brasileiros foi confiscada. Naquela ocasião, entre março, imediatamente antes da posse, e junho, a queda foi de 35 pontos (71% para 36%). Em relação a pesquisa anterior, o total de brasileiros que julga a gestão Dilma como ruim ou péssima foi de 9% para 25%. Numa escala de 0 a 10, a nota média da presidente caiu de 7,1 para 5,8. Neste mês, Dilma perdeu sempre mais de 20 pontos em todas regiões do país e em todos os recortes de idade, renda e escolaridade. O Datafolha perguntou sobre o desempenho de Dilma frente aos protestos. Para 32%, sua postura foi ótima ou boa; 38% julgaram como regular; outros 26% avaliaram como ruim ou péssima. A deterioração das expectativas em relação a economia também ajuda a explicar a queda da aprovação da presidente. A avaliação positiva da gestão econômica caiu de 49% para 27%. A expectativa de que a inflação vai aumentar continua em alta. Foi de 51% para 54%. Para 44% o desemprego vai crescer, ante 36% na pesquisa anterior. E para 38%, o poder de compra do salário vai cair –antes eram 27%. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

Os interesses do PT e o lado oculto do plebiscito de Dilma

Dilma-Rousseff-com-uma-imagem-do-falecido-coronel-Hugo-Chavez-size-598Presidente usa impulso dos protestos nas ruas para tentar emplacar uma perigosa reforma política que o PT fracassou em implementar no Congresso- VEJA

Gastos com o plebiscito inventado por Dilma podem chegar a 500 milhões

PlebisDe acordo com matéria da Agência Estado, o plebiscito sobre a reforma política, que poderá ser realizado em setembro, tem um custo estimado de R$ 500 milhões. Segundo a Agência Estado, o valor foi projetado a partir de estudos feitos por técnicos da Justiça Eleitoral que buscam calcular os gastos e o tempo necessário para preparar a consulta popular proposta pela presidente da República. Desde quarta-feira, integrantes de várias áreas do TSE estão mobilizados para avaliar as providências e os gastos com o eventual plebiscito. Normalmente uma consulta popular consome orçamento semelhante ao de uma eleição, mas as estimativas atuais são de que o plebiscito sobre a reforma política custará mais do que a eleição municipal de 2012, quando foram gastos R$ 395 milhões. Durante a semana, o senador Alvaro Dias criticou a proposta de plebiscito lançada por Dilma. Para Alvaro Dias, a proposta de plebiscito apresentada pela presidente “é irresponsável” e não constitui a forma “mais plausível e adequada” para tratar da reforma política. No Plenário,o senador questionou quanto sairia para o contribuinte a realização do plebiscito. “Quanto custa realizar este plebiscito? Quem pagará o plebiscito? Quanto custa, por exemplo, para as emissoras de rádio e televisão, que já estão com seus espaços ocupados pela propaganda partidária constante?”, foram alguns dos questionamentos do senador. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

The Economist: proposta de plebiscito feita por Dilma é “apressada”

the-economistA imprensa britânica Times não poupou críticas às soluções apresentadas pela presidente Dilma Rousseff para tentar responder às manifestações que ocorrem em todo o País. Depois de o jornal Financial Times criticar os cinco pactos propostos por Dilma, em reunião com governadores e prefeitos de capitais na última segunda-feira, agora a revista The Economist aponta problemas no anúncio feito por Dilma no início dessa semana. Como destaca nesta sexta-feira o site Brasil 247, reportagem da mais recente edição impressa da revista avalia que o pacto nacional “parece apressado e pouco provável para proporcional calma duradoura”. Além disso, a revista diz que a proposta da presidente, de uma assembleia constituinte, era inconstitucional, “e, ao que parece, lançada sem consulta – nem mesmo a Michel Temer, o vice-presidente, que é um advogado constitucionalista”. The Economist lembra que diante das críticas que recebeu, o governo retirou a proposta e colocou no lugar a sugestão de um plebiscito, a ser realizado em agosto, para consultar a população sobre o formato de uma reforma política, que o Congresso tornaria lei. A revista lembra que a discussão sobre a reforma política já dura anos e que é urgentemente necessária, mas que os partidos políticos, alguns sem qualquer ideologia, têm “pouco apetite para mudanças”. (Postado por Eduardo Mota – assessoria de imprensa)

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