Monthly Archives: agosto 2012

Posse concorrida no STJ

O líder do PSDB, senador Alvaro Dias, prestigiou a posse do novo presidente do STJ, Felix Fisher, que foi, entre outros, procurador de justiça do Ministério Público do Paraná. A posse no STJ contou com a presença dos presidentes dos três poderes, de governadores, ministros e juristas. No discurso de posse, Felix Fischer agradeceu a presença do senador Alvaro Dias com quem conviveu no Paraná. “Fisher desenvolveu uma belíssima carreira, é um grande jurista e sobretudo um homem ético, o que é fundamental”, disse o líder do PSDB. (Postado por Cristiane Salles – assessoria/Foto Gerdan Wesley)

Mensalão sem pizza

O Paraná na presidência do STJ

Hoje, 31-08,  às 16 horas, o ministro Felix Fischer, que fez carreira no Paraná, toma posse na Presidência do Superior Tribunal de Justiça, substituindo o ministro Ari Pargendler. O vice-presidente será Gilson Dipp. Estarei presente à solenidade.

Resumo da semana de 27 a 31 de agosto

Semana produtiva para a democracia brasileira. Apesar das manobras do governo na CPMI Cachoeira, os depoimentos desmascararam quem tenta usar esse instrumento da minoria para esmagar a oposição. Pagot falou e confirmou a tentativa de membros do governo de transformar o Dnit em comitê arrecadador de dinheiro para campanhas do PT. Paulo Souza também falou e provou que as obras do Rodoanel e da Marginal do Tietê em São Paulo não tiveram qualquer irregularidade. A CPMI recebeu pedido de socorro de uma das testemunhas no caso Cachoeira que está sendo ameaçada de morte pela quadrilha. E os mensaleiros da constelação petista começam a pagar suas contas com a Justiça. Aproveitem o vídeo da semana.

Mensalão tira João Paulo da disputa eleitoral

O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) não irá mais concorrer à Prefeitura de Osasco. Ele foi condenado pelo STF por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato no processo do Mensalão e resolveu renunciar à candidatura: http://bit.ly/S37S2E

Goleada lava alma do Brasil Decente

Peluso corrige voto e aumenta pena

Depois de condenar em bloco o deputado petista João Paulo Cunha, o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, o publicitário Marcos Valério e seus sócios, o ministro Cezar Peluso fez nesta quinta-feira uma correção em seu voto durante o julgamento do mensalão.Como se aposenta compulsoriamente na próxima semana, Peluso antecipou a dosimetria da pena dos condenados e hoje retificou a proposta de reclusão de Pizzolato. Para o magistrado, o ex-diretor do BB deve cumprir pena de 12 anos e um mês de reclusão em regime fechado, além de 195 dias-multa.

O mensalão existiu?

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